terça-feira, 23 de março de 2010

SEMANA da LEITURA

A primeira semana de Março foi dedicada à leitura. Nesse âmbito, a nossa escola escolheu o dia cinco desse mês para realizar uma actividade diferente, envolvendo todos os alunos da escola.
Inicialmente, começámos por ver alguns contos tradicionais em CD interactivo: A Casinha de Chocolate, A Bela Adormecida, O Gato das Botas, A Lebre e a Tartaruga…
Entretanto, conhecemos a professora Cristina Maia, que dá aulas de Matemática e de Economia no Externato de Vila Meã. Ela é mãe de uma aluna do segundo ano de escolaridade e já editou alguns livros. Veio à nossa escola ler uma das histórias do livro “As minhas histórias” que foi escrito por ela – “João Pestana”.
No final, tivemos a oportunidade de lhe colocar algumas questões às quais ela respondeu.
Foi um dia muito interessante, pois a leitura tem um papel muito importante na vida de todos nós – Ler é aprender!

ENTREVISTA

Alunos – É difícil escrever um livro?
Cristina Maia – Não, para mim que gosto de escrever, é muito fácil.

A – Como se chama o livro de onde foi lida esta história?
C. M – As minhas histórias, de Cristina Maia.

A – Como costuma escrever os seus livros, no computador ou à mão?
C. M – Este foi escrito à mão, mas os outros no computador.

A – Que motivo a levou a escreveu este livro?
C. M – Foi escrito quando engravidei da minha filha. Foi um momento feliz, pois desejava muito aquela gravidez. Foi uma forma de deixar algo para recordar.

A – É divertido escrever um livro?
C. M – Sim, muito.

A – Quantos livros já escreveu?
C. M – Muitos, mas editados só tenho dois.

A – Gosta mais de ler ou de escrever?
C. M – Escrever.

A – Costuma contar histórias à noite, à Maria, sua filha?
C. M – Agora que ela já sabe ler, não. Ela é que as lê. É uma forma de praticar a leitura.

A – O que gosta mais de escrever?
C. M – Poesia.

A – O que está a escrever neste momento?
C. M – Estou a escrever um livro relacionado com a minha área profissional e um outro chamado “Feitiço” que ficou por terminar quando a minha filha nasceu.

A – Como conseguiu editar um livro?
C. M – Era um desejo já antigo. Foi através de um concurso que ganhei e a editora decidiu publicá-lo.


EB1 de Avenida – Ataíde
Alunos do 4.º ano

terça-feira, 16 de março de 2010

A agricultura Biológica

A agricultura biológica é uma forma de utilização racional e saudável do solo, com a vantagem de não deixar resíduos tóxicos nos alimentos que consumimos.
É um novo método de exploração que se desenvolveu e aperfeiçoou durante os últimos 50 anos.
Tem como principais características recusar o uso de químicos de síntese, associar a pecuária, e desenvolver a policultura, tentando imitar um pouco o que se passa na natureza.
As técnicas deste tipo de agricultura baseiam-se num conhecimento aprofundado da vida do solo e dos equilíbrios naturais, e sobre a sua utilização criteriosa com vista à produção de alimentos ricos em elementos nutritivos e não poluídos.
Os métodos da agricultura biológica permitem conservar a fertilidade dos solos, limitar a erosão, preservar a fauna selvagem e a flora espontânea, evitar a poluição das águas e dos terrenos e reduzir fortemente o consumo de energia e de matérias-primas não renováveis.
Para evitar o uso de pesticidas e herbicidas, a agricultura biológica utiliza outro tipo de técnicas. Por exemplo, basta semear funcho junto a alfaces que os caracóis já não atacam as alfaces. Há também certas associações entre legumes que são muito proveitosas. É o caso da cenoura com alho-francês. A lagarta da cenoura é anulada pelo alho-francês e a mosca do alho-francês é neutralizada pela cenoura.
As ervas daninhas são o grande problema da agricultura biológica. Contra isso não há adubos ou associação de plantas que resista. O único meio de minimizar o problema é através da utilização de plásticos, como é corrente usar-se no cultivo de morangos.
Adaptado do texto de Marina Marques, in “Diário de Notícias”. Suplemento de 9.4.95

Uma aventura nossa

Esta história conta uma aventura no nosso reino, o Reino dos Alfinetes.
Neste Reino vivem o rei, a rainha, os seus seis filhos gémeos e toda a população de alfinetes.
Certo dia, toda a comunidade foi a uma festa muito importante para o reino, era o aniversário dos seis filhos gémeos dos reis.
Estávamos todos na festa a dançar, até que os seis gémeos: a Tatiana, a Cláudia, a Margarida, o Telmo, a Lúcia e a Ana Isabel desapareceram.
Um alfinete, o Rui Manuel, que queria fazer mal ao rei Pedro Rafael, chamou os seis gémeos para os enganar, deu um rebuçado a cada um com veneno e eles adormeceram. Levou-os para um sítio com um rio que tinha muitos crocodilos para serem comidos e deixou-os pendurados numa corda, para que ao fim de algum tempo caíssem em cima dos malditos crocodilos esfomeados.
A corda rebentou e os seis alfinetinhos caíram em cima dos crocodilos, que não os quiseram comer, porque eles picavam. Os seis gémeos pediram aos crocodilos para os levar de volta para a festa de aniversário e convidaram-nos a comer uma fatia de bolo.
Quando chegaram à festa, todos bateram palmas e os crocodilos denunciaram o maldito Rui Manuel.
O Rei Pedro Rafael e a rainha Catarina Elisa ordenaram prender o Alfinete Rui Manuel para sempre no casaco da dona da casa onde se situava o reino deles.
O Rui Manuel ficou a assistir à festa de amizade dos alfinetes lá de cima, no bolso do casaco da senhora Catarina Pinto e pensou que não devia ter feito o que fez e que é bom ter AMIGOS.
Texto elaborado pelos alunos do 3.º ano da turma B da Escola do Primeiro Ciclo de Portela-Aboim, no âmbito do PLANO NACIONAL DE LEITURA (este texto foi apresentado em grande grupo através da sua leitura e com cartazes):

Autores:
Margarida
Cláudia
Pedro Rafael
Ana Isabel
Lúcia
Catarina Elisa
Catarina Pinto
Pedro Domingos
Telmo
Inês
Rui Manuel

Ilustradores:
Margarida
Claúdia

O segredo que só eu sei...

Era uma vez um menino que vivia numa aldeia perto do rio. Ele ia todas as tardes nadar para o rio.
Todas as noites, o menino ia para a janela sonhar com uma aventura mágica no fundo do rio.
Certo dia, o menino foi nadar para o rio. O rio estava calmo como de costume. De repente, veio uma corrente muito forte vinda do mar. O menino disse aflito:
- Socorro! Socorro! … Ajudem-me por favor!
Passado alguns minutos, o menino estava quase a cair da cascata abaixo, mas agarrou-se a um ramo que, por surpresa, se partiu e o Bruno (que era o nome do menino) caiu da cascata abaixo.
O Bruno sentiu-se só e um peixe ouviu-o a chorar e disse:
- Estás bem?
- Tu…tu…tu…fa…falas?! – perguntou o Bruno admirado.
- Claro que falo! – respondeu o peixe. Eu sou da raça dos peixes falantes e chamo-me Rui. Precisas de ajuda?
- Sim. – disse o Bruno.
O Bruno foi ver a casa do peixe e viu o Rui a chamar os seus amigos.
Os peixes chamados Rui, Francisca, Hugo e João Pedro levaram o Bruno para casa.
Em dois dias os peixes conseguiram levar o Bruno lá para cima, subindo a cascata.
Quando chegaram ao rio o menino agradeceu a ajuda e foi para casa.
- Ai! Meu filho, o que aconteceu? – perguntou a mãe.
- Eu sei um segredo que ninguém sabe. – respondeu o Bruno – Vivi uma grande aventura!
- Pregaste-nos cá um susto! – exclamou o pai.
- Mas aqui estou a salvo! – disse o Bruno.
- Agora vai para a cama! – disse a mãe.
E o Bruno lá foi a pensar na maravilhosa aventura que lhe tinha acontecido e que há muito sonhara.

Texto elaborado pelos alunos do 4.º ano da turma B da Escola do Primeiro Ciclo de Portela-Aboim, no âmbito do PLANO NACIONAL DE LEITURA (este texto foi dramatizado):


Autores:
Sara
Francisca
Rui Jorge
Bruno Fernandes
João Pedro
Hugo

Ilustradores:

Sara
Francisca

Brincamos com as palavras

No passado dia 15 de Dezembro, a nossa escola foi receber o prémio resultante do Concurso lançado pelos Hipermercados Modelo “ Escolas Modelo” e Cristiano Ronaldo.
Chegados à escola, brincamos com as bolas, com as palavras e não é que ficou bonito!

Este ano,
O Cristiano,
Que é um humano
Deu-nos um «piano».
«Piano»?
Há aqui algum engano!?!
O Cristiano
Que não é africano,
Nem australiano,
Muito menos romano,
É mesmo um “bacano”!
Foi de camelo,
Passou por Canadelo,
E chegou ao Modelo
Com pouco pêlo,
E muito cabelo.
Trazia um panelo
Com o prémio do Modelo
(computador, retroprojector, máquina fotográfica, bolas…)
E nem trazia selo!
Viva o Modelo
Que nos deu este ano
O prémio do Cristiano!

Texto colectivo do 3º ano - Escola EB1/JI de Estrada

VERSOS SOBRE O CARNAVAL

É um dia de máscaras
É um dia de alucinações
Em que todos os fatos
Reinam com fortes vibrações

Adoro o Carnaval
E dizê-lo sou o primeiro
Até me vou mascarar de Guerreiro!

De Norte a Sul
O Carnaval é festejado
Mas na Escola de Telões
É sempre um dia bem passado!

Harry Potter,
Homem Aranha,
Super Homem,
Posso ser o que desejar
Pois neste dia, ninguém me vai parar!

Delfim Anjos 6ºD

sexta-feira, 12 de março de 2010